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Cultura Árabe e seus conceitos.

  • 30 de mar. de 2016
  • 1 min de leitura

Os cidadãos árabes compõem cerca de 20% da população de Israel. A maioria identifica-se como palestina, em termos de nacionalidade, e israelense em termos de cidadania. Existem pesquisas que indicam que a maioria absoluta dos árabes israelenses preferiria continuar como cidadãos do Estado de Israel a se tornar cidadãos de um futuro Estado palestino. Muitos cidadãos árabes possuem laços, incluindo familiares, com palestinos vivendo na Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Síria e Líbano. Existe também cada vez uma ênfase maior à cidadania israelense entre os beduínos do Negev, e os drusos; estes, por exemplo, já participam do serviço militar, compulsório a todos os cidadãos israelenses de origem judaica. bem como um pequeno contingente de beduínos.

Alguns casos especiais são os árabes que vivem em Jerusalém Oriental e nas Colinas de Golã, ocupadas e administradas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, de 1967. Os residentes de Jerusalém Oriental tornaram-se residentes permanentes de Israel pouco depois da guerra; embora possuam carteiras de identidade israelenses, apenas alguns fizeram o requerimento da cidadania do país, ao qual têm o direito, e a maioria deles ainda mantém lanços com a Cisjordânia. No entanto, como residentes permanentes, podem votar nas eleições municipais de Jerusalém - embora apenas uma pequena porcentagem o faça. A maioria dos residentes das Colinas de Golã é composta por drusos, que são considerados residentes permanentes sob a Lei das Colinas de Golã, de 1981; poucos deles, no entanto, aceitaram a cidadania israelense, e a imensa maioria deles ainda se considera cidadãos da Síria.

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